Investigadores dos Centros John Hopkins e da Universidade do Michigan estudaram um enzima chamada sialidase, isolada de bactérias, que pode ajudar os nervos da espinal medula a crescerem depois de uma lesão.

O cérebro e a medula são cheios de nervos e fibras nervosas, o que pode ser o motivo pelo qual nós desenvolvemos controles cuidadosos que dizem às células para parar de fazer novas conexões. Muitas moléculas na medula são conhecidas por não deixar que as fibras nervosas cresçam. Estas moléculas são ARIs (inibidores da regeneração de axónios).
A experiência verificou a forma como o enzima anula a actuação de certas moléculas que impedem o crescimento de novas fibras nervosas, permitindo assim a sua regeneração. No futuro, pode ser utilizada em pacientes que perderam a elasticidade muscular numa extremidade.